terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A visita do Presidente da República
Visita do Presidente da República, Marechal Carmona, aos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 1930 (Fotode Alfredo da Cunha do arquivoi.Fot. da CMS)
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Visita do Presidente da República,Marechal Carmona aos B.V.Lisbonenses
Chegada do Presidente da República ao Quartel na Rua Camilo Castelo Branco, em 1930 (Foto de Ferreira da Cunha,do Arquivo Fot. da CML)
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Bombeiros Voluntários Lisbonenses no Cortejo Cívico de 1912

O carro Ferbeck dos Bombeiro Voluntários Lisbonense, (o primeiro veículo automóvel afecto ao serviço de incêndios em Portugal), presente com o comando num Cortejo Cívico em 1912,
Ilustração Portuguesa de 14 de Outubro de 1912
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Bombeiros Lisbonenses na Festa da Flor em 1917
Festa da Flor, organizada pelo jornal "O Século"
Legenda: Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses que tanto brilho imprimiram a festa em que tomaram parte de uma forma tão distinta como dedicada.
Na Ilustração Portuguesa I Série, nº590 de 11 de Junho de 1917- foto de Joshua Benoliel, do Arquivo Fot. da CMS
Legenda: Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses que tanto brilho imprimiram a festa em que tomaram parte de uma forma tão distinta como dedicada.
Na Ilustração Portuguesa I Série, nº590 de 11 de Junho de 1917- foto de Joshua Benoliel, do Arquivo Fot. da CMS
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Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses e as convulsões revolucionárias após a implantação da República
1919
Os Bombeiros Voluntários Lisboneneses os "Únicos bombeiros voluntários da capital que, desde a sua fundação, mantém aliança com a Cruz Vermelha, quando se deram os combates à Monarquia do Norte, em 1919, enviaram daqui um piquete de voluntários, mobilizados, com um auto-maca, que prestaram grandes serviços nas linhas de Viseu, Castro Daire, etc.Como as demais corporações congéneres são muito e notáveis os seus serviços durante as convulsões revolucionárias (...)"
Na Grande enciclopédia Portuguesa e Brasileira -Volume IV -1940
"Na mesma tarde e durante toda a noite, Paiva Couceiro martelou o acampamento com granadas disparadas do Pátio do Torel , mas sem encontrar força que o ajudasse no seu levantado gesto.
(...)
Paiva Couceiro avivou o ataque, as granadas explodiram por larga extensão até sobre os telhados da casa onde meu Pai e eu moravamos, dando-nos até impressão de uma forte chuvada de granizo. Esta casa encontra-se ainda na rua Camilo Castelo Branco ao lado da Associação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, fundada por meu Pai.
(...)
Ainda referente ao prédio incendiado, meu Pai com o auxilio do chauffer, pretendeu acudir ao fogo com uma potente bomba automóvel que se encontrava na nossa garagem .Machado dos Santos falou com meu Pai, fez-lhe ver o inconveniente de sairmos com a bomba, pois tinha de abrir passagem na paliçada, deixasse arder que ele se apagaria por si. De facto, só findou quando já não tinha nada a consumir e era um prédio de 4 andares."
De um texto da autoria de António Augusto Macieira, filho de Eduardo Augusto Macieira
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