Homenagem aos que partiram
Integrado na programação das comemorações do 102º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, efectuaram-se este domingo, romagens aos cemitérios do Alto S.João e Prazeres, seguindo-se uma Missa na Igreja Sagrado Coração de Jesus, em Lisboa.
Fotos da cerimónia no Cemitério dos Prazeres.
domingo, 16 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
O 102º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
A 12 de Dezembro de 1910, abria as sua portas a Associação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, chefiada pelo Sr. Eduardo Augusto Macieira, embora só fosse oficialmente reconhecida como 3ª Secção da Divisão Auxiliar, em 21 de Março de 1911.
Em 12 de Dezembro de 1910, no Largo da Abegoaria nº4, realizou-se a primeira reunião formal, presidida por John B. Jauncey e secretariado por Henrique de Melo Lorena e Rui Macedo.
Desta reunião lavrou-se uma acta de onde consta que foram eleitos, por aclamação, os Corpos Gerentes da nova Associação, que ficaram assim constituidos:
ASSEMBLEIA GERAL - Presidente Eduardo Ferreira Pinto Basto, 1º Secretário Rui Macedo e 2º Secretário Henrique de Melo Lorena.
DIRECÇÃO - Presidente Carlos Vasques, Secretário João António da Silva, Tesoureiro Manuel António Iniguez, Vogais Alexandre Augusto Ramos Cretã e Carlos Bastos Pereira da Costa.
CONSELHO FISCAL - José Coelho Dias, Diogo da Encarnação Carvalho e Carlos Belling Dias."
Elementos extraidos da monografia comemorativa dos 50 anos da AHBV Lisbonenses (1910-1960)
Em 12 de Dezembro de 1910, no Largo da Abegoaria nº4, realizou-se a primeira reunião formal, presidida por John B. Jauncey e secretariado por Henrique de Melo Lorena e Rui Macedo.
Desta reunião lavrou-se uma acta de onde consta que foram eleitos, por aclamação, os Corpos Gerentes da nova Associação, que ficaram assim constituidos:
ASSEMBLEIA GERAL - Presidente Eduardo Ferreira Pinto Basto, 1º Secretário Rui Macedo e 2º Secretário Henrique de Melo Lorena.
DIRECÇÃO - Presidente Carlos Vasques, Secretário João António da Silva, Tesoureiro Manuel António Iniguez, Vogais Alexandre Augusto Ramos Cretã e Carlos Bastos Pereira da Costa.
CONSELHO FISCAL - José Coelho Dias, Diogo da Encarnação Carvalho e Carlos Belling Dias."
Elementos extraidos da monografia comemorativa dos 50 anos da AHBV Lisbonenses (1910-1960)
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Bombeiro Voluntários Lisbonenses
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses e o pioneirismo da utilização do automóvel no serviço de incêndios
*Excelente foto do Delahay dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses retirada da página de FB dos B.V.Lisbonenses
O pioneirismo dos Bombeiros Lisbonenses
Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses (BVL) foram pioneiros, em Portugal , na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios. Assim aconteceu a 12 de Dezembro de 1910, data da fundação daquele corpo de bombeiros e também da entrada ao serviço da primeira "bomba automóvel".
"Tal feito partiu da iniciativa do então chefe de secção Eduardo Augusto Macieira, que a sua expensa viabilizou a aquisição de um veículo automóvel, da marca Ferbeck.
O facto gerou grande sensação, noticiando o jornal ACapital, em primeira página, na sua edição de 24 de Janeiro de 1911, que os BVL dispunham de uma bomba automóvel, única do género no país.
E informava da acção altruísta de Eduardo Augusto Macieira, salientando, entre outras qualidades, o apoio material dispensado à instituição. Por exemplo, refira-se que os Lisbonenses, no fecho de contas referente ao ano económico de 1911, apresentavam um saldo a favor daquele bombeiro e benemérito estimado em 5.155$255 réis, correspondente à "compra de material , instalação de luz, montagem completa da rede telefónica privada e benfeitorias executadas na sede".
A história regista, aliás, muito justamente, a respeito de Eduardo Augusto Macieira - nomeado comandante em 29 de Dezembro de 1910 - que "às suas inegáveis qualidades de trabalhador incansável, ao seu extraordinário espírito de iniciativa, à sua grande influência pessoal em vários sectores da vida social e aos seus largos recursos financeiros se deve, sem dúvida a possibilidade de ter sido realizado o sonho de alguns entusiastas para a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses."
Excerto de um texto do blogue "Fogo& História
Foto do Museu Automóvel do Caramulo
Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses compraram em Paris em 1911, "uma bomba automóvel marca Delahaye, cujo custo total foi, na origem, de 33.375 francos.
Foi o primeiro carro em Portugal que continha um depósito de água (400 litros) e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida, sistema adoptado pela primeira vez no País.
Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros por hora, aspirando com haste de 7 metros.
Foto do Delahaye de 1913 dos B.V.Lisbonense no Museu do Caramulo de autoria de Conceição Brito
"(...)Este conjunto de sinais se tem evidenciado na Associação Humanitária, talvez devido às suas condições materiais serem mais favoráveis e também à dedicação sempre crescente do seu comandante, o sr. Eduardo Augusto Macieira; bombeiro voluntário há 50 anos, que tem conseguido rodear a corporação; que dirige de todos os meios modernos.
Compreende esta associação 20 bombeiros e 6 maquinistas, efectivos que entre si se acham ligados telefónicamente, a fim de que os seus socorros afluam mais rápidos aos pontos onde se tornem mais necessários.
(...)
Os voluntários de Lisboa têm actualmente apenas um quartel mas já pensam em arranjar outro, n'um dos bairros de Lisboa, medida que deve merecer o aplauso geral.
(...)
Além dos sócios efectivos; conta a Associação Voluntária dos Bombeiros Voluntários 150 sócios protectores."
Jornal "A CAPITAL" de 24 de Janeiro de 1911
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Encontro Nacional dos Bombeiros Honorários
Realizou-se no último Sábado o 6º Encontro Nacional dos Bombeiros Honorários
Saber mais no Blogue Fogo § História
Saber mais no Blogue Fogo § História
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Bombeiro Voluntários
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
Os
B.V. Lisbonenses têm um novo elemento. De 6 meses de idade, o nosso
Estagiário Canino chama-se " Alerta " e após um passado difícil, está
agora a viver os seu terceiro mês como Caninbeiro com uma grande alegria
e é o elemento mais presente do quartel... Até agora parece estar a
adaptar-se muito bem ao nosso Mundo dos Bombeiros. Um bem haja a todos
os Caninbeiros do país. —
Texto e foto da página de F.B. do BVLisbonenses
Texto e foto da página de F.B. do BVLisbonenses
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Bombeiro Voluntários Lisbonenses
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
De uma notícia do "Correio da Manhã" de 28/09/2012
Contactado pelo CM, o INEM disse não poder apurar os factos com "o máximo rigor" até ao fecho da edição.
*Sublinhados do Blogue
INEM acusado de falhar socorro
Uma jovem turista norueguesa sentiu-se mal na estação de metro de Roma, em Lisboa, e esteve cerca de uma hora à espera de uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), apesar dos vários pedidos de socorro feitos através do número de emergência 112. A cerca de 500 metros da estação de metro, na rua Infante Dom Pedro, há um posto do INEM.
Por:Joana
Nogueira
O incidente aconteceu na
segunda-feira: a jovem terá desmaiado, sofrido espasmos musculares e espumado
pela boca, facto que motivou o primeiro pedido de socorro, feito às 18h15 pelos
utentes do Metro. Quarenta minutos depois, e sem que o INEM tivesse chegado,
uma bombeira que se encontrava no local, e que já havia tentado prestar auxílio
à vítima, alertou o seu quartel (Voluntários Lisbonenses) pelas 18h55. Quinze
minutos depois, e já no local, os bombeiros estabilizaram a jovem e levaram-na
ao Hospital de Santa Maria, onde recebeu tratamento médico.Contactado pelo CM, o INEM disse não poder apurar os factos com "o máximo rigor" até ao fecho da edição.
*Sublinhados do Blogue
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