Via Real Villa de Cascaes FB
Posteriomente à aquisição do Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 26 de Maio de 1927 os Bombeiros Voluntários de Cascais, inauguraram uma nova viatura pronto-socorro, Delahaye de 25 cavalos, com tanque para 500 litros de água e moto-bomba da mesma marca. Recebeu o nome de CASCAES, em homenagem e como agradecimento aos habitantes daquela Vila, q...ue espontânea e generosamente tinham contribuido para a sua aquisição.
*Fonte:"AHBVCascais 125 anos ao serviço da População" de Manuel Eugénio Fernando da Silva
terça-feira, 21 de outubro de 2014
domingo, 12 de outubro de 2014
Sobre os Bombeiros Voluntários de Cascais
Foto do actual quartel dos B.V.de Cascais
Notas sobre a fundação da AHBVC
"No princípio do ano de 1888 um grande incêndio enlutou o país, destruindo totalmente o Teatro Baquet na cidade do Porto e causando 130 vítimas.
Pareceu então a Joaquim Theotónio Segurado chegado o momento para se fundar uma Corporação de bombeiros voluntários em Cascais, mas ciente que o surgimento de uma nova colectividade na Vila despertaria rivalidades, pensou que essa corporação pudesse ficar agregada à Sociedade Philarmónica Cascaense como uma secção complementar.
Theotónio Segurado juntamente com António Augusto Gomes Vilar, Cacildo Pereira Cardoso, Joaquim Gonçalves Dias, José Maria Cordeiro Castanheira, Manuel Pedro Rodrigues, Nuno Flôr e Valdemiro Jorge de Lima Raposo propuseram à direcção da Colectividade
que fosse aprovada a proposta, o que viria acontecer pelo que todos estes elementos ficaram como sendo os primeiros bombeiros voluntários de Cascais e os seus fundadores.(...)"
Via Página FB dos B.V.C-Aqui
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Cascais, desenvolve a sua actividade na freguesia de Cascais, no concelho de Cascais, distrito de Lisboa. Nos 23 Km² que constituem a área de actuação própria, residem cerca de 65.000 habitantes, estando implantadas várias estruturas comerciais e industriais, além de ser atravessada por uma vasta rede viária, como por exemplo a Estrada Marginal a Sul e a Auto Estrada de Cascais a Norte, além da rede ferroviária da Linha de Cascais.
Notas sobre a fundação da AHBVC
"No princípio do ano de 1888 um grande incêndio enlutou o país, destruindo totalmente o Teatro Baquet na cidade do Porto e causando 130 vítimas.
Pareceu então a Joaquim Theotónio Segurado chegado o momento para se fundar uma Corporação de bombeiros voluntários em Cascais, mas ciente que o surgimento de uma nova colectividade na Vila despertaria rivalidades, pensou que essa corporação pudesse ficar agregada à Sociedade Philarmónica Cascaense como uma secção complementar.
Theotónio Segurado juntamente com António Augusto Gomes Vilar, Cacildo Pereira Cardoso, Joaquim Gonçalves Dias, José Maria Cordeiro Castanheira, Manuel Pedro Rodrigues, Nuno Flôr e Valdemiro Jorge de Lima Raposo propuseram à direcção da Colectividade
que fosse aprovada a proposta, o que viria acontecer pelo que todos estes elementos ficaram como sendo os primeiros bombeiros voluntários de Cascais e os seus fundadores.(...)"
Via Página FB dos B.V.C-Aqui
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Cascais, desenvolve a sua actividade na freguesia de Cascais, no concelho de Cascais, distrito de Lisboa. Nos 23 Km² que constituem a área de actuação própria, residem cerca de 65.000 habitantes, estando implantadas várias estruturas comerciais e industriais, além de ser atravessada por uma vasta rede viária, como por exemplo a Estrada Marginal a Sul e a Auto Estrada de Cascais a Norte, além da rede ferroviária da Linha de Cascais.
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domingo, 14 de setembro de 2014
O Banho Público dos Bombeiros Voluntários de Colares
Realizou-se hoje o Banho Público solidário dos Bombeiros Voluntários de Colares, com o objectivo de recolher donativos para a Associação.
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sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Sobre os helicópteros Kamov da Empresa de Meios Aéreos (EMA)
Kamov da (EMA)
Texto via jornal Público de 06/08/2014
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/dividas-levam-a-pedido-de-arresto-dos-helicopteros-de-combate-a-incendios-1668708
A Heliportugal refere, em comunicado, que não recebe pelos serviços desde 2012, ascendendo a dívida a cerca de 14 milhões de euros, a que acresce mais de um milhão de euros em juros. Segundo a empresa, responsável pela manutenção e operação dos três helicópteros ligeiros e pela manutenção dos seis helicópteros Kamov, foi feita uma interpelação à EMA, que se encontra num processo de liquidação, para pagar a dívida.
O processo de liquidação da Empresa de Meios Aéreos deverá estar concluído em Outubro, tendo sido o despacho de extinção publicado em Janeiro. Após o processo de liquidação, a gestão dos meios aéreos que integram o património da EMA passa a ser assumida pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).
Contacta pela agência Lusa, a ANPC refere que se trata de um assunto da EMA. Adianta, no entanto, que a comissão liquidatária não tem conhecimento do processo de arresto de bens. Segundo a ANPC, integram neste momento o dispositivo de combate a incêndios florestais, quatro helicópteros Kamov, apesar de estar contratualizado um quinto, que se encontra em reparação. O sexto helicóptero está inoperacional desde 2012, quando teve um acidente, no combate a um incêndio florestal.
Kamov em acção no incêndio da Serra de Sintra em 2012
Texto via jornal Público de 06/08/2014
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/dividas-levam-a-pedido-de-arresto-dos-helicopteros-de-combate-a-incendios-1668708
Dívidas levam a pedido de arresto dos helicópteros de combate a incêndios
Por Lusa
A Heliportugal vai pedir em tribunal o arresto da frota da Empresa de Meios Aéreos (EMA), por falta de pagamento dos serviços de manutenção e operação dos helicópteros públicos de combate a incêndios florestais.
A Heliportugal refere, em comunicado, que não recebe pelos serviços desde 2012, ascendendo a dívida a cerca de 14 milhões de euros, a que acresce mais de um milhão de euros em juros. Segundo a empresa, responsável pela manutenção e operação dos três helicópteros ligeiros e pela manutenção dos seis helicópteros Kamov, foi feita uma interpelação à EMA, que se encontra num processo de liquidação, para pagar a dívida.
Como a EMA não respondeu, a Heliportugal vai entregar no tribunal, na próxima semana, uma providência cautelar para que haja apreensão judicial de toda a frota da Empresa de Meios Aéreos - três helicópteros ligeiros e seis Kamov -, adianta a empresa. A Heliportugal justifica o arresto com a liquidação da EMA prevista para Outubro e a inexistência de um plano de liquidação e pagamento a fornecedores.
No comunicado, a empresa considera os atrasos nos pagamentos uma "desconsideração contratual", sublinhando que está a ser "perseguida pelo Ministério da Administração Interna, uma vez que é a única empresa do sector com facturas de 2012 e 2013, por receber". "Além de estar neste momento em causa a operação dos meios aéreos do Estado de combate a incêndios, a negligência está também a custar ao erário público mais de um milhão de euros em juros de mora", acrescenta a empresa.O processo de liquidação da Empresa de Meios Aéreos deverá estar concluído em Outubro, tendo sido o despacho de extinção publicado em Janeiro. Após o processo de liquidação, a gestão dos meios aéreos que integram o património da EMA passa a ser assumida pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).
Contacta pela agência Lusa, a ANPC refere que se trata de um assunto da EMA. Adianta, no entanto, que a comissão liquidatária não tem conhecimento do processo de arresto de bens. Segundo a ANPC, integram neste momento o dispositivo de combate a incêndios florestais, quatro helicópteros Kamov, apesar de estar contratualizado um quinto, que se encontra em reparação. O sexto helicóptero está inoperacional desde 2012, quando teve um acidente, no combate a um incêndio florestal.
Kamov em acção no incêndio da Serra de Sintra em 2012
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Incêndio esta tarde no Mucifal
Esta tarde cerca das 16h30, deflagrou um pequeno incêndio numa área ajardinada de uma habitação particular - prontamente controlado pelos Bombeiros Voluntários de Colares.
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terça-feira, 2 de setembro de 2014
Incêndio no Chiado em 1954
Via blog bic-laranja:
Incêndio, Chiado, post 1954.
Fotografia, A.N.T.T., Fundo d' «O Século», Joshua Benoliel, cx. G, lote 0, negativo 345.
Incêndio, Chiado, post 1954.
Fotografia, A.N.T.T., Fundo d' «O Século», Joshua Benoliel, cx. G, lote 0, negativo 345.
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
B.V.Lisbonenses
Jornal Tal & Qual, incêndio em Oleiros 22 de Agosto de 2003
Via FB dos B.V.Lisbonenses:
https://www.facebook.com/pages/BVLisbonenses/143252635715041?fref=nf
Via FB dos B.V.Lisbonenses:
https://www.facebook.com/pages/BVLisbonenses/143252635715041?fref=nf
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