Formação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses na romagem ao talhão dos Bombeiros do RSB do cemitério dos Prazeres e ao talhão dos Bombeiros Voluntários da Cidade de Lisboa.
Entrada no cemitério dos Prazeres hoje Sábado de manhã.
A homenagem
sábado, 13 de dezembro de 2014
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
O 104º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
O Início...
O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.
Após uma dissidência nos Bombeiros Voluntários de Lisboa, fundou-se em 12 de Dezembro de 1910, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Lisbonenses, tendo como seu primeiro presidente da Assembleia geral, Eduardo Ferreira Pinto Basto, Carlos Vasques Presidente da Direção e Eduardo Augusto Macieira seu primeiro comandante.
O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.
A 4 de Janeiro de 1914 a sede foi transferida para a Av.Duque de Loulé nº111 mais tarde com auxílios de donativos, foi construído um edifício na rua Camilo Castelo Branco,nº33, para onde foi mudada a sede em 1920, onde hoje se encontram ainda.

Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses foram pioneiros, em Portugal na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios – assim em 12 de Dezembro de 1910 entrou ao serviço a primeira “bomba automóvel”, um veículo da marca FERBECK., posteriormente os Lisbonenses compram em Paris um veículo da marca DELAHAYE, cujo custo na altura foi de 33.375$00 – foi o primeiro carro em Portugal, que continha um depósito de água (400 litros) (e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida sistema adoptado pela primeira vez no país. Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros hora, aspirando com haste de 7 metros. O dos Lisbonenses, encontra-se no Museu Automóvel do Caramulo em óptimo estado de conservação.
António Pedro Macieira
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Programa das comemorações do 104º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
via página do FB dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
https://www.facebook.com/pages/BVLisbonenses/143252635715041
https://www.facebook.com/pages/BVLisbonenses/143252635715041
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Bombeiro Voluntários Lisbonenses
sábado, 22 de novembro de 2014
Sobre o Delahaye dos Bombeiros Lisbonenses
O Delahaye dos Bombeiros Lisbonenses, em exposição no Museu do Caramulo/Foto Museu do Caramulo
http://bvlisbonenses-pmacieira.blogspot.pt/2012/11/os-bombeiros-voluntarios-lisbonenses-e.HTML
*Excelente foto do Delahay dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses retirada da página de FB dos B.V.Lisbonenses
O pioneirismo dos Bombeiros Lisbonenses
Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses (BVL) foram pioneiros, em Portugal , na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios. Assim aconteceu a 12 de Dezembro de 1910, data da fundação daquele corpo de bombeiros e também da entrada ao serviço da primeira "bomba automóvel".
"Tal feito partiu da iniciativa do então chefe de secção Eduardo Augusto Macieira, que a sua expensa viabilizou a aquisição de um veículo automóvel, da marca Ferbeck.
O facto gerou grande sensação, noticiando o jornal ACapital, em primeira página, na sua edição de 24 de Janeiro de 1911, que os BVL dispunham de uma bomba automóvel, única do género no país.
E informava da acção altruísta de Eduardo Augusto Macieira, salientando, entre outras qualidades, o apoio material dispensado à instituição. Por exemplo, refira-se que os Lisbonenses, no fecho de contas referente ao ano económico de 1911, apresentavam um saldo a favor daquele bombeiro e benemérito estimado em 5.155$255 réis, correspondente à "compra de material , instalação de luz, montagem completa da rede telefónica privada e benfeitorias executadas na sede".
A história regista, aliás, muito justamente, a respeito de Eduardo Augusto Macieira - nomeado comandante em 29 de Dezembro de 1910 - que "às suas inegáveis qualidades de trabalhador incansável, ao seu extraordinário espírito de iniciativa, à sua grande influência pessoal em vários sectores da vida social e aos seus largos recursos financeiros se deve, sem dúvida a possibilidade de ter sido realizado o sonho de alguns entusiastas para a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses."
Excerto de um texto do blogue "Fogo& História
Foto do Museu Automóvel do Caramulo
Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses compraram em Paris em 1911, "uma bomba automóvel marca Delahaye, cujo custo total foi, na origem, de 33.375 francos.
Foi o primeiro carro em Portugal que continha um depósito de água (400 litros) e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida, sistema adoptado pela primeira vez no País.
Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros por hora, aspirando com haste de 7 metros.
*Foto do Delahaye de 1913 dos B.V.Lisbonense no Museu do Caramulo de autoria de Conceição Brito
"(...)Este conjunto de sinais se tem evidenciado na Associação Humanitária, talvez devido às suas condições materiais serem mais favoráveis e também à dedicação sempre crescente do seu comandante, o sr. Eduardo Augusto Macieira; bombeiro voluntário há 50 anos, que tem conseguido rodear a corporação; que dirige de todos os meios modernos.
Compreende esta associação 20 bombeiros e 6 maquinistas, efectivos que entre si se acham ligados telefónicamente, a fim de que os seus socorros afluam mais rápidos aos pontos onde se tornem mais necessários.
(...)
Os voluntários de Lisboa têm actualmente apenas um quartel mas já pensam em arranjar outro, n'um dos bairros de Lisboa, medida que deve merecer o aplauso geral.
(...)
Além dos sócios efectivos; conta a Associação Voluntária dos Bombeiros Voluntários 150 sócios protectores."
Jornal "A CAPITAL" de 24 de Janeiro de 1911
http://bvlisbonenses-pmacieira.blogspot.pt/2012/11/os-bombeiros-voluntarios-lisbonenses-e.HTML
*Excelente foto do Delahay dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses retirada da página de FB dos B.V.Lisbonenses
O pioneirismo dos Bombeiros Lisbonenses
Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses (BVL) foram pioneiros, em Portugal , na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios. Assim aconteceu a 12 de Dezembro de 1910, data da fundação daquele corpo de bombeiros e também da entrada ao serviço da primeira "bomba automóvel".
"Tal feito partiu da iniciativa do então chefe de secção Eduardo Augusto Macieira, que a sua expensa viabilizou a aquisição de um veículo automóvel, da marca Ferbeck.
O facto gerou grande sensação, noticiando o jornal ACapital, em primeira página, na sua edição de 24 de Janeiro de 1911, que os BVL dispunham de uma bomba automóvel, única do género no país.
E informava da acção altruísta de Eduardo Augusto Macieira, salientando, entre outras qualidades, o apoio material dispensado à instituição. Por exemplo, refira-se que os Lisbonenses, no fecho de contas referente ao ano económico de 1911, apresentavam um saldo a favor daquele bombeiro e benemérito estimado em 5.155$255 réis, correspondente à "compra de material , instalação de luz, montagem completa da rede telefónica privada e benfeitorias executadas na sede".
A história regista, aliás, muito justamente, a respeito de Eduardo Augusto Macieira - nomeado comandante em 29 de Dezembro de 1910 - que "às suas inegáveis qualidades de trabalhador incansável, ao seu extraordinário espírito de iniciativa, à sua grande influência pessoal em vários sectores da vida social e aos seus largos recursos financeiros se deve, sem dúvida a possibilidade de ter sido realizado o sonho de alguns entusiastas para a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses."
Excerto de um texto do blogue "Fogo& História
Foto do Museu Automóvel do Caramulo
Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses compraram em Paris em 1911, "uma bomba automóvel marca Delahaye, cujo custo total foi, na origem, de 33.375 francos.
Foi o primeiro carro em Portugal que continha um depósito de água (400 litros) e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida, sistema adoptado pela primeira vez no País.
Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros por hora, aspirando com haste de 7 metros.
*Foto do Delahaye de 1913 dos B.V.Lisbonense no Museu do Caramulo de autoria de Conceição Brito
"(...)Este conjunto de sinais se tem evidenciado na Associação Humanitária, talvez devido às suas condições materiais serem mais favoráveis e também à dedicação sempre crescente do seu comandante, o sr. Eduardo Augusto Macieira; bombeiro voluntário há 50 anos, que tem conseguido rodear a corporação; que dirige de todos os meios modernos.
Compreende esta associação 20 bombeiros e 6 maquinistas, efectivos que entre si se acham ligados telefónicamente, a fim de que os seus socorros afluam mais rápidos aos pontos onde se tornem mais necessários.
(...)
Os voluntários de Lisboa têm actualmente apenas um quartel mas já pensam em arranjar outro, n'um dos bairros de Lisboa, medida que deve merecer o aplauso geral.
(...)
Além dos sócios efectivos; conta a Associação Voluntária dos Bombeiros Voluntários 150 sócios protectores."
Jornal "A CAPITAL" de 24 de Janeiro de 1911

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História
sábado, 25 de outubro de 2014
Incêndio no Cabo da Roca
Foto às 17H30
100 bombeiros, 30 veículos e 2 aviões bombardeiros, têm combatido um incêndio que deflagrou cerca das 13h00, e estende-se por 3 hectares na zona envolvente do Cabo da Roca.
Foto às 17H30
Foto às 17H30
100 bombeiros, 30 veículos e 2 aviões bombardeiros, têm combatido um incêndio que deflagrou cerca das 13h00, e estende-se por 3 hectares na zona envolvente do Cabo da Roca.
Foto às 17H30
Foto às 17H30
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Cabo da Roca
terça-feira, 21 de outubro de 2014
O Delahaye dos Bombeiros Voluntários de Cascais
Via Real Villa de Cascaes FB
Posteriomente à aquisição do Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 26 de Maio de 1927 os Bombeiros Voluntários de Cascais, inauguraram uma nova viatura pronto-socorro, Delahaye de 25 cavalos, com tanque para 500 litros de água e moto-bomba da mesma marca. Recebeu o nome de CASCAES, em homenagem e como agradecimento aos habitantes daquela Vila, q...ue espontânea e generosamente tinham contribuido para a sua aquisição.
*Fonte:"AHBVCascais 125 anos ao serviço da População" de Manuel Eugénio Fernando da Silva
Posteriomente à aquisição do Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 26 de Maio de 1927 os Bombeiros Voluntários de Cascais, inauguraram uma nova viatura pronto-socorro, Delahaye de 25 cavalos, com tanque para 500 litros de água e moto-bomba da mesma marca. Recebeu o nome de CASCAES, em homenagem e como agradecimento aos habitantes daquela Vila, q...ue espontânea e generosamente tinham contribuido para a sua aquisição.
*Fonte:"AHBVCascais 125 anos ao serviço da População" de Manuel Eugénio Fernando da Silva
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domingo, 12 de outubro de 2014
Sobre os Bombeiros Voluntários de Cascais
Foto do actual quartel dos B.V.de Cascais
Notas sobre a fundação da AHBVC
"No princípio do ano de 1888 um grande incêndio enlutou o país, destruindo totalmente o Teatro Baquet na cidade do Porto e causando 130 vítimas.
Pareceu então a Joaquim Theotónio Segurado chegado o momento para se fundar uma Corporação de bombeiros voluntários em Cascais, mas ciente que o surgimento de uma nova colectividade na Vila despertaria rivalidades, pensou que essa corporação pudesse ficar agregada à Sociedade Philarmónica Cascaense como uma secção complementar.
Theotónio Segurado juntamente com António Augusto Gomes Vilar, Cacildo Pereira Cardoso, Joaquim Gonçalves Dias, José Maria Cordeiro Castanheira, Manuel Pedro Rodrigues, Nuno Flôr e Valdemiro Jorge de Lima Raposo propuseram à direcção da Colectividade
que fosse aprovada a proposta, o que viria acontecer pelo que todos estes elementos ficaram como sendo os primeiros bombeiros voluntários de Cascais e os seus fundadores.(...)"
Via Página FB dos B.V.C-Aqui
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Cascais, desenvolve a sua actividade na freguesia de Cascais, no concelho de Cascais, distrito de Lisboa. Nos 23 Km² que constituem a área de actuação própria, residem cerca de 65.000 habitantes, estando implantadas várias estruturas comerciais e industriais, além de ser atravessada por uma vasta rede viária, como por exemplo a Estrada Marginal a Sul e a Auto Estrada de Cascais a Norte, além da rede ferroviária da Linha de Cascais.
Notas sobre a fundação da AHBVC
"No princípio do ano de 1888 um grande incêndio enlutou o país, destruindo totalmente o Teatro Baquet na cidade do Porto e causando 130 vítimas.
Pareceu então a Joaquim Theotónio Segurado chegado o momento para se fundar uma Corporação de bombeiros voluntários em Cascais, mas ciente que o surgimento de uma nova colectividade na Vila despertaria rivalidades, pensou que essa corporação pudesse ficar agregada à Sociedade Philarmónica Cascaense como uma secção complementar.
Theotónio Segurado juntamente com António Augusto Gomes Vilar, Cacildo Pereira Cardoso, Joaquim Gonçalves Dias, José Maria Cordeiro Castanheira, Manuel Pedro Rodrigues, Nuno Flôr e Valdemiro Jorge de Lima Raposo propuseram à direcção da Colectividade
que fosse aprovada a proposta, o que viria acontecer pelo que todos estes elementos ficaram como sendo os primeiros bombeiros voluntários de Cascais e os seus fundadores.(...)"
Via Página FB dos B.V.C-Aqui
O Corpo de Bombeiros Voluntários de Cascais, desenvolve a sua actividade na freguesia de Cascais, no concelho de Cascais, distrito de Lisboa. Nos 23 Km² que constituem a área de actuação própria, residem cerca de 65.000 habitantes, estando implantadas várias estruturas comerciais e industriais, além de ser atravessada por uma vasta rede viária, como por exemplo a Estrada Marginal a Sul e a Auto Estrada de Cascais a Norte, além da rede ferroviária da Linha de Cascais.
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