domingo, 14 de dezembro de 2014

Comemorações do 104º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses- 1ªParte

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A presença da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, associação geminada com os B.V.Lisbonenses.


Este Domingo, no âmbito das comemorações do 104º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, deu-se cumprimento ao programa, que constava do hastear das bandeiras, entrega do Guião da escola de Recrutas, e inauguração de veículos e equipamento -além de uma Sessão solene que teve lugar no salão da sede.
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Momento do início das cerimónias
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Durante a entrega do Guião à Escola de Recrutas
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O  desfile dos elementos dos B.V.Lisbonenses
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sábado, 13 de dezembro de 2014

Cerimónias do 104º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

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Formação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses na romagem ao talhão dos Bombeiros do RSB do cemitério dos Prazeres e ao talhão dos Bombeiros Voluntários da Cidade de Lisboa.
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Entrada no cemitério dos Prazeres hoje  Sábado de manhã.
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A homenagem
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O 104º Aniversário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

O Início...
   Após uma dissidência nos Bombeiros Voluntários de Lisboa, fundou-se em 12 de Dezembro de 1910, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Lisbonenses, tendo como seu primeiro presidente da Assembleia geral, Eduardo Ferreira Pinto Basto, Carlos Vasques Presidente da Direção e Eduardo Augusto Macieira seu primeiro comandante. 
   O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.
   A 4 de Janeiro de 1914 a sede foi transferida para a Av.Duque de Loulé nº111 mais tarde com auxílios de donativos, foi construído um edifício na rua Camilo Castelo Branco,nº33, para onde foi mudada a sede em 1920, onde hoje se encontram ainda.
   Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses foram pioneiros, em Portugal na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios – assim em 12 de Dezembro de 1910 entrou ao serviço a primeira “bomba automóvel”, um veículo da marca FERBECK., posteriormente os Lisbonenses compram em Paris um veículo da marca DELAHAYE, cujo custo na altura foi de 33.375$00 – foi o primeiro carro em Portugal, que continha um depósito de água (400 litros) (e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida  sistema adoptado pela primeira vez no país. Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros hora, aspirando com haste de 7 metros. O dos Lisbonenses, encontra-se no Museu Automóvel do Caramulo em óptimo estado de conservação.
António Pedro Macieira

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

sábado, 22 de novembro de 2014

Sobre o Delahaye dos Bombeiros Lisbonenses

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O Delahaye dos Bombeiros Lisbonenses, em exposição no Museu do Caramulo/Foto Museu do Caramulo


http://bvlisbonenses-pmacieira.blogspot.pt/2012/11/os-bombeiros-voluntarios-lisbonenses-e.HTML







 *Excelente foto do Delahay  dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses retirada da página de FB dos B.V.Lisbonenses
 

O pioneirismo dos Bombeiros Lisbonenses

Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses (BVL) foram pioneiros, em Portugal , na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios. Assim aconteceu  a 12 de Dezembro  de 1910, data da fundação daquele corpo de bombeiros e também da entrada ao serviço da primeira "bomba automóvel".

"Tal feito partiu da iniciativa do então chefe  de secção  Eduardo Augusto Macieira, que a  sua expensa viabilizou a aquisição de um veículo automóvel, da marca  Ferbeck.

O facto gerou grande sensação, noticiando o jornal ACapital, em primeira página, na sua edição de 24 de  Janeiro de 1911, que os BVL dispunham de uma bomba automóvel, única do género no país.

E informava da acção altruísta de Eduardo  Augusto Macieira, salientando, entre outras qualidades, o apoio material dispensado à instituição. Por exemplo, refira-se que os Lisbonenses, no fecho de contas referente ao ano económico de 1911, apresentavam um saldo a favor daquele bombeiro e benemérito estimado em 5.155$255 réis, correspondente à "compra de material , instalação de luz, montagem completa da rede telefónica privada  e benfeitorias executadas na sede".

A história regista, aliás, muito justamente, a respeito de Eduardo Augusto Macieira - nomeado comandante em 29 de Dezembro de 1910 - que "às suas inegáveis qualidades de trabalhador incansável, ao seu extraordinário espírito de iniciativa, à sua grande influência pessoal  em vários sectores da vida social e aos seus largos recursos financeiros se deve, sem dúvida a possibilidade de ter sido realizado o sonho de alguns entusiastas para a fundação dos Bombeiros  Voluntários Lisbonenses."

Excerto de um texto do blogue "Fogo& História
Foto do Museu Automóvel do Caramulo
Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses compraram em Paris  em 1911, "uma bomba  automóvel   marca Delahaye, cujo  custo total foi, na origem, de  33.375 francos.
Foi o primeiro carro em Portugal que continha um depósito  de água (400 litros)  e era provido  de 40 metros de mangueira  de borracha rígida, sistema adoptado pela  primeira vez no País.
Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros por hora, aspirando com haste de 7 metros.

*Foto do Delahaye de 1913 dos B.V.Lisbonense no Museu do Caramulo de autoria de  Conceição Brito
 "(...)Este conjunto de sinais se tem evidenciado na Associação Humanitária, talvez devido às suas condições materiais serem mais favoráveis  e também à dedicação sempre crescente  do seu comandante, o sr.  Eduardo Augusto Macieira; bombeiro voluntário há 50 anos, que tem conseguido rodear  a corporação; que dirige de todos os meios modernos.
Compreende esta associação 20 bombeiros e 6 maquinistas, efectivos que  entre si se acham  ligados telefónicamente, a fim de que os seus socorros afluam mais rápidos aos pontos onde se tornem mais necessários.
(...)
Os voluntários de Lisboa têm actualmente apenas um quartel mas já pensam em arranjar outro, n'um dos bairros de Lisboa, medida que deve merecer o aplauso geral.
(...)
Além dos sócios efectivos; conta a Associação Voluntária dos Bombeiros Voluntários  150 sócios protectores."

Jornal "A CAPITAL"  de 24 de Janeiro de 1911

sábado, 25 de outubro de 2014

Incêndio no Cabo da Roca

Foto às 17H30

100 bombeiros, 30 veículos e  2 aviões bombardeiros, têm combatido um incêndio que deflagrou cerca das 13h00, e estende-se por 3 hectares na zona envolvente do Cabo da Roca.
Foto às 17H30

Foto às 17H30

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O Delahaye dos Bombeiros Voluntários de Cascais

Via Real Villa de Cascaes FB
Posteriomente à aquisição do Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 26 de Maio de 1927 os Bombeiros Voluntários de Cascais, inauguraram uma nova viatura pronto-socorro, Delahaye de 25 cavalos, com tanque para 500 litros de água e moto-bomba da mesma marca. Recebeu o nome de CASCAES, em homenagem e como agradecimento aos habitantes daquela Vila, q...ue espontânea e generosamente tinham contribuido para a sua aquisição.

*Fonte:"AHBVCascais 125 anos ao serviço da População" de Manuel Eugénio Fernando da Silva