"A menos de três meses do início da fase crítica de incêndios, o Governo está com grandes dificuldades para conseguir fechar o concurso internacional que lançou para o aluguer de 50 meios de combate a incêndios, entre helicópteros e aviões, para três anos. O júri excluiu quase todas as propostas que se apresentaram a concurso, admitindo apenas a de uma empresa, a Helibravo, para o aluguer de dez helicópteros ligeiros, de acordo com o relatório preliminar ao qual o PÚBLICO teve acesso.
O concurso foi lançado no final do ano passado e é mais um imbróglio para o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, resolver. No final das contas, dos 50 meios que queria alugar para os próximos três anos por um total de 60 milhões de euros, apenas poderá avançar para a adjudicação de dez helicópteros ligeiros à Helibravo pelo valor de 10,715 milhões de euros. E mesmo relativamente à contratação destes meios, poderão surgir alguns obstáculos que podem vir a impedir o seu aluguer em tempo útil.(...) "
No jornal Público de 17/02/2018/Liliana Valente









O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.





