domingo, 28 de fevereiro de 2010

A bandeira em seda bordada a ouro de 1915

MEMÓRIAS

Na "Ilustração Portuguesa" nº506 de 1 de Novembro de 1915

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Lançamento do Livro do Centenário 1910-2010 da AHBVL




 Decorreu ontem no auditório do Metropolitano das Laranjeiras, a apresentação do livro de Centenário da AHBVL 1910-2010, obra da autoria dos Comandantes do QH, Tenente Coronel José Francisco do Rio  França de Sousa, José Dias da Costa Ferreira e Lucas Maria Novo, com edição executiva do jornalista Luis Miguel Baptista. A  apresentação da obra, foi feita por Dr.Jorge Trigo.

O Livro do centenário faz um relato dos 100 anos desta Associação, profusamente ilustrado, com um óptimo tratamento gráfico,  é um contributo de grande importância para o melhor conhecimento da história  dos Bombeiros Lisbonenses, e do voluntariado em Portugal, nos últimos 100 anos.



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A moto-maca dos BVLisbonenses

MEMÓRIAS
Ilustração Portuguesa, nº531 de 24 de Abril de 1916

A acção dos Bombeiros Lisbonenses nos confrontos durante a 1ª República

MEMÓRIAS


A presença dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses nos tumultuosos tempos da 1ª República, está reportada, na notícia de "A Capital" de 17 de Maio de 1915,  sobre  o movimento revolucionário de 14 de Maio de 1915, em que republicanos e militares, levaram a efeito um confronto que provocou centenas de mortos e feridos e levou à derrocada do governo. 

Em 15 de Maio de 1915, terminava a ditadura de Pimenta de Castro e foi proclamada de novo, a República das janelas da Câmara Municipal de Lisboa.

 

A "Ilustração Portuguesa"  nº486, de 14 de Junho de 1915, destaca a o grupo do pessoal dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, pelos relevantes serviços prestados durante a revolução do 14 de Maio, no socorro aos feridos, conjuntamente com os Bombeiros Voluntários de Lisboa e a Cruz Vermelha Portuguesa. 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Comandante Lucas Novo recebeu Crachá de Ouro dos BVLisbonenses

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses comemorou, no final do ano transacto, o 98.º aniversário da sua Fundação.
Para assinalar tão destacada data realizou-se, nas instalações da Corporação, um acto solene que contou com as habituais formalidades de um acto deste tipo. Um dos pontos mais marcantes da cerimónia, segundo refere o Jornal "Bombeiros de Portugal", foi a entrega do Crachá de Ouro ao comandante do Quadro Honorário dos "Lisbonenses" Lucas Maria Novo. Tal distinção pretendeu enaltecer as três décadas dedicadas à causa dos bombeiros portugueses pelo homenageado.


Recorde-se que Lucas Maria Novo é natural de Castelo de Vide tendo pertencido aos Bombeiros Voluntários da sua terra, antes de rumar para a Capital Portuguesa. Nos "Lisbonenses" tem-se dedicado ultimamente a diversas actividades, sendo um dos co-autores do livro que vai assinalar, em 2010, a passagem do Centenário deste Corpo de Bombeiros. E ao serviço dos "Lisbonenses", por exemplo, trabalhou afincadamente no combate às chamas do já histórico incêndio do Chiado, ocorrido a 25 de Agosto de 1988.


Assistiram à entrega do Crachá de Ouro a Lucas Novo diversas entidades, entre Autarcas, representantes da Protecção Civil e de Corporações de Bombeiros vizinhas, bem como dos Bombeiros Portuenses, associação geminada com os "Lisbonenses".


A este distinto castelovidense apresentamos as nossas mais cordiais felicitações pelo facto não só de lhe ter sido atribuído o Crachá de Ouro mas sobretudo pelo seu exemplo no seio da família dos Bombeiros Portugueses. © NCV


Publicado no Notícias de Castelo de Vide de 11/02/2009

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A Sociedade Protectora dos animais Sócia Honorária da AHBVL


Em 1916 a SPA torna-se Sócia honorária da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

"Desde a sua FUNDAÇÃO EM 28 DE NOVEMBRO DE 1875 pelo Conselheiro José Silvestre Ribeiro, a Sociedade Protectora dos Animais, não cessou de lutar por uma ética animal.A criação da Sociedade Protectora dos Animais veio colmatar uma lacuna existente. Por todo o mundo civilizado se constituiam sociedades protectoras dos animais, menos em Portugal. Lisboa caracterizava-se na altura por ser a cidade europeia em que o estalido do chicote em cima dos animais utilizados no transporte mais se fazia sentir."
Da página da internet da SPA

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Museu da AHBVL (II)