terça-feira, 20 de abril de 2010

Incêndio na Cadeia do Limoeiro em 1919 (II)

Foto publicada na "Ilustração Portuguesa", nº691 de 19 de Maio de 1919 - Incêndios na Cadeia do Limoeiro ler mais aqui e aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

Um pavoroso incêndio em 1917

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 22 de Setembro de 1917, na Rampa de Santos, fogo  de extraordinária violência, tendo sido destruídos 3 corpos de edifício na Rua 24 de Julho e outros 3 sobre a Rampa de Santos.Foram  pensados vários feridos no local, por pessoal  da nossa ambulância  e outros conduzidos ao Hospital. Compareceram 21 Voluntários e 3 viaturas.
No Livro do Centenário da AHBVL



"No dia 22 do mez findo pelas 11 horas rebentou com grande intensidade um incendio n'um depósito de latas com gazolina e barricas com materias inflamaveis, propagando-se o fogo ao  predio onde ele estav instalado e aos dois contiguos  com frente para a rampa de Santos e a rua Vinte e Quatro de Julho, que ficaram literalmente destruidos, tendo sido os prejuizos consideraveis.
Foi devido, talvez ao facto do incendio se terdeclarado de dia que não houve, felizmente, vitimas a lamentar, tanto mais que se lutou durante muito tempo com falta de água, tendo o sinistri produzido em Lisboa  a maior impressão."

Os predios incendiados  na rampa de Santos, (vista tirada  dos jardins da legação de França)
Publicado na "Ilustração Portuguesa" nº606 de 1 de Outubro de 1917

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses nas convulsões sociais em 1917

MEMÓRIAS

Na Ilustração Portuguesa nº589 de 4 de Junho de 1917

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Outros Incêndios

 Legenda:
Um aspecto do incêndio que destruiu a fabrica de cortiça do Sr. Alexandre  Symington  em Almada, no dia 6 de Fevereiro ( 1904).


"O incendio começou  pela 1 hora e teve origem na casa das aparas,onde cahiram algumas faulhas da machina.Desde logo tomou proporções, altearam-se labaredas monstras em linguas de fogo vivas, vermelhas.(...)Os operarios  da fabrica  quizeram  ainda apagar o incêndio com balde d'agua e fizeram prodigios de valentia.Porém tornou-se impossivel a extinção do fogo, que dentro em pouco açambarcava toda a fabrica. Começaram então a chegar os socorros, as bombas dos navios de guerra surtos no Tejo, sendo uma das primeiras a do cruzador Benjamim Constant com 25 marinheiros, um mestre serralheiro e um mestre caldeireiro, sob o comando do 1º tenente sr. Octavio Ferry, tendo por subalterno o guarda-marinha sr. Colonia. Com um denodo sem egual,  cheios de arrojo e boa vontade, entrando pela chammas ao lado dos marinheiros da Duque Terceira, do S.Rafael e do Pero d'Alenquer, a guarnição brasileira fez maravilhas.(...)

Ilustração Portuguesa nº15 de 1904
(ortografia e acentuação conforme texto original)

Em 1904, 6 anos antes da fundação dos Bombeiros Lisbonenses, um incêndio combatido por navios da  marinha de guerra.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Incêndio no vapor "Àfrica" em 1921

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
 Em 7 de Novembro de 1921, incêndio no porão do vapor "África", muito violento e perigoso, tendo ficado intoxicados alguns dos nosso Voluntários. Trabalharam 23 homens e 3 viaturas , durante 9 horas.
No livro do centenário da AHBVL


Ilustração Portuguesa nº821 II Série  de 12 Novembro de 1921

Incêndio no Teatro do Ginásio em 1921

MEMÓRIAS
Participações de serviço dos arquivos dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses:
Em 5 de Novembro de 1921, ardeu por completo o Teatro do Ginásio, tendo ficado feridos alguns dos nossos Voluntários.Compareceram 21 elementos do Corpo activo e 3 viaturas.

Do livro do Centenário da AHBVL

Ilustração Portuguesa, nº821 II Série de 12 de Novembro de 1912
Foto da Ilustração Portuguesa de 4 de Agosto de 1923, quando do início das obras de reconstrução do Teatro do Ginásio

sábado, 10 de abril de 2010

Os Quartéis dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

De um trabalho sobre a fundação dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses da autoria do Comandante Amadeu César da Silva, publicado  no Boletim da Liga dos Bombeiros Portugueses, nº192 de Julho-Agosto de 1960.
  O primeira sede do Bombeiros Voluntários Lisbonenses na rua das Flores nº95 (1910)

"Dado o desenvolvimento que a Associação começou a adquirir (após a sua fundação em 12 de Dezembro de 1910), e as acanhadas  instalações na   sua sede, na rua das Flores nº95, procedeu-se em Dezembro de 1913, à sua mudança para as novas instalações  na Avenida Duque de Loulé 113 e 115. Daí por diante,o desenvolvimento acentuou-se ainda mais, o que levou os seus dirigentes de então a pensarem em instalar a associação em sede própria, pelo que se  lançaram ao empreendimento, mandando construir um quartel na rua Camilo Castelo Branco nº33 ao nº37, apenas com os recursos da própria associação. Esse quartel  foi inaugurado em Maio de 1925, e desde então ficou a associação devidamente instalada. Todavia o desenvolvimento continuou cada vez mais acentuado e as instalações foram-se tornando deficientes.Foi por isso necessário aumentar as instalações para o que os seus dirigentes resolveram mandar demolir quase totalmente a sede e quartel e proceder a ampliação do mesmo. Em 22 de Dezembro de 1946, foram solenemente inauguradas as novas e modelares instalações do seu quartel."

*Post relacionado: Quartéis dos B.V.Lisbonenses