quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Visita do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa ao Quartel dos Bombeiros Lisbonenses em 1968 (II)

Foto João Marques de Oliveira do Arquivo Fotog. da CML

Visita do presidente  da CML,França Borges à sede dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses em 1968

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Entrega de Medalha de Ouro da CML aos Bombeiros Lisbonenses em 1961

 Foto do Arq.Fotog. da CML - foto de Armando Serôdio
O Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, General França Borges, entrega a medalha de ouro municipal aos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, no Dia da Cidade  em 1961.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Visita do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa ao Quartel dos Bombeiros Lisbonenses em 1968

Visita do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa  França Borges,aos Bombeiros Lisbonenses em 1968 (em diálogo com o Comandate dos BVLisbonenses  França de Sousa)
Foto de João Marques de Oliveira  do Arquivo Fotog. da CML

domingo, 26 de setembro de 2010

O Livro do Centenário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

 Integrado nas comemorações dos 100 anos  de existência da AHBVL, 1910-2010 - foi lançado em 24 de Fevereiro de 2010, uma  obra da autoria dos Comandantes do QH, Tenente Coronel José Francisco do Rio  França de Sousa, José Dias da Costa Ferreira e Lucas Maria Novo, com edição executiva do jornalista Luis Miguel Baptista. O livro do Centenário faz um relato dos 100 anos desta Associação, profusamente ilustrado, com um óptimo tratamento gráfico,  é um contributo de grande importância para o melhor conhecimento da história  dos Bombeiros Lisbonenses, e do voluntariado em Portugal, nos últimos 100 anos.
Durante a cerimónia do lançamento do Livro do Centenário da AHBVL

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O Quartel Eduardo Macieira da Rua Camilo Castelo Branco (IV)

O traço de Pedro Cabral, num desenho feito especialmente para este blogue, no ano do Centenário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses.
Pedro Cabral, autor do blogue "Bonecos de Bolso" e um participante activo nos "Urban Sketcher".

                                Foto Google Earth
O quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, na Rua Camilo Castelo Branco,33 -Inaugurado em  10 de Maio de 1925
O dia da inaguração-Aqui

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Pronto- Socorro Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

O Pronto -Socorro Delahaye de 1921 dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, desfilando no Congresso Mundial do Fogo -Lisboa 1962.

Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses compraram em Paris  "uma bomba  automóvel   marca Delahaye, cujo  custo total foi, na origem, de  33.375 francos.
Foi o primeiro carro em Portugal que continha um depósito  de água (400 litros)  e era provido  de 40 metros de mangueira  de borracha rígida, sistema adoptado pela  primeira vez no País.
Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros por hora, aspirando com haste de 7 metros.
Um assombro naquele tempo...
As rodas  eram revestidas de borracha maciça. A  encomenda foi feita em Agosto de 1919, mas só entrou ao serviço em Março de 1921.
Está patente no Museu do Caramulo."
 
 (texto e foto  do Livro do Centenário da AHBVL)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Memórias históricas dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

O primeiro veículo  automóvel afecto ao serviço de incêndios em Portugal

O pioneirismo dos Bombeiros Lisbonenses

Os Bombeiros Voluntário Lisbonenses (BVL) foram pioneiros, em Portugal , na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios. Assim aconteceu  a 12 de Dezembro  de 1910, data da fundação daquele corpo de bombeiros e também da entrada ao serviço da primeira "bomba automóvel".

"Tal feito partiu da iniciativa do então chefe  de secção  Eduardo Augusto Macieira, que a  sua expensa viabilizou a aquisição de um veículo automóvel, da marca  Ferbeck.

O facto gerou grande sensação, noticiando o jornal ACapital, em primeira página, na sua edição de 24 de  Janeiro de 1911, que os BVL dispunham de uma bomba automóvel, única do género no país.

E informava da acção altruísta de Eduardo  Augusto Macieira, salientando, entre outras qualidades, o apoio material dispensado à instituição. Por exemplo, refira-se que os Lisbonenses, no fecho de contas referente ao ano económico de 1911, apresentavam um saldo a favor daquele bombeiro e benemérito estimado em 5.155$255 réis, correspondente à "compra de material , instalação de luz, montagem completa da rede telefónica privada  e benfeitorias executadas na sede".

A história regista, aliás, muito justamente, a respeito de Eduardo Augusto Macieira - nomeado comandante em 29 de Dezembro de 1910 - que "às suas inegáveis qualidades de trabalhador incansável, ao seu extraordinário espírito de iniciativa, à sua grande influência pessoal  em vários sectores da vida social e aos seus largos recursos financeiros se deve, sem dúvida a possibilidade de ter sido realizado o sonho de alguns entusiastas para a fundação dos Bombeiros  Voluntários Lisbonenses."

Excerto de um texto do blogue "Fogo& História