domingo, 30 de janeiro de 2011

Bombeiros Voluntários Lisbonenses no Guia de Portugal


 Encontrado aqui

:: Lisboa: Bombeiros Voluntários Lisbonenses comemoram centenário e "lutam" por novo quartel (C/ ÁUDIO)
21-01-2010
Lisboa, 21 Jan (Lusa) -- Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses comemoram cem anos de existência este ano, mas o orgulho por serem a "única" corporação lisboeta "contemporânea" da implementação da República não afasta os voluntários da "luta" por um novo quartel.



21-01-2010
Lisboa, 21 Jan (Lusa) -- Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses comemoram cem anos de existência este ano, mas o orgulho por serem a "única" corporação lisboeta "contemporânea" da implementação da República não afasta os voluntários da "luta" por um novo quartel.
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt *** Lisboa, 21 Jan (Lusa) -- Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses comemoram cem anos de existência este ano, mas o orgulho por serem a "única" corporação lisboeta "contemporânea" da implementação da República não afasta os voluntários da "luta" por um novo quartel. O "desejo forte" dos Lisbonenses é prévio ao centenário da equipa, mas a efeméride assinalada reforça a procura por um espaço dotado de melhores condições, disse hoje o presidente da comissão executiva das comemorações do centenário dos Lisbonenses em conferência de imprensa realizada na sede da corporação, perto do Marquês de Pombal. "É visível e fácil de identificar, vindo à nossa porta, que não temos condições para ser um quartel, para ter um corpo de bombeiros e viaturas em condições de sair rapidamente e ter o mínimo de garantias de conforto", frisou João Costa Martins. O responsável dos bombeiros referido que têm existido "contactos com os serviços técnicos" da CML na procura de um novo espaço para os Lisbonenses, que poderá passar por um espaço junto à zona do Rego, num processo que aguarda decisão da autarquia da capital "desde 2003, por troca com um terreno cedido pela mesma em 1989 na zona de Sete Rios". João Costa Martins afirmou também que "é possível" que alguns dos eventos agendados pelos Lisbonenses para as comemorações dos bombeiros surjam associados às Comemorações do Centenário da República, "desejo" assumido pela corporação. Das comemorações do centenário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses faz parte, em Fevereiro, o lançamento do "Livro do Centenário" da corporação, estando previstas até final do ano diversas actividades em áreas como a cultura ou o desporto. PPF. Lusa/Fim

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Bombeiros Lisbonenses em acção

Incêndio nas obras do Metro da estação da Alameda em 19 de Outubro de 1997.
Na foto a sair da estação, Tiago Lopes, dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses.
(Foto e legenda encontrada aqui )

Outubro, 19/10/97
Ao princípio da madrugada, após o fecho da exploração declarou-se um incêndio na zona da estação Alameda. A circulação, na Linha da Verde (Caravela), ficou interrompida entre Campo Grande e Arroios.

"O incêndio nas obras da estação Alameda, que causou a morte a dois funcionários do Metro, em Outubro de 1997, levou a empresa a criar planos de emergência e a adoptar medidas de segurança, como a instalação de uma coluna seca ao longo das linhas para fornecer água aos bombeiros no subsolo."

No Diário de Notícias "50 anos a mudar o Metro"-aqui

 


domingo, 23 de janeiro de 2011

Um Século de História nos "Bombeiros de Portugal"

No Jornal "Bombeiros de Portugal" de Janeiro 2011

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Medalha de Agradecimento, Honra e Mérito -Grau de Honra e Mérito -ouro



Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lisboa (Facebook) -Aqui

Protecção civil atribue medalha de mérito de protecção e socorro aos Bombeiros Lisbonenses (Actualizado)

Despacho nº 15359/2010
Concessão de medalha de mérito de protecção e socorro, no grau ouro e distintivo azul, à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses; 


Autoridade Nacional de Protecção Civil

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

António Lobo Antunes e os Bombeiros Lisbonenses





“Sempre achei que a minha melhor qualidade era a ausência de inveja. Para ser inteiramente honesto confesso que é mentira: invejo-o a si. Invejo-o desde os dezassete anos, quando você entrou, uma noite, no baile dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, onde eu ia, aos sábados, apanhar tampas de donzelas lavadas com sabonetes Ach Brito, perfumadas com Madeiras do Oriente (caíam lascas dos sovacos) e repletas de lantejoulas no cabelo, sentadas ao lado das mães, em geral de luto e com o retrato do falecido ao peito, num coração de esmalte (…).
Você encostou-se em silêncio a uma parede, soberbamente alheio às donzelas que lhe pestanejavam convites, agitadas nas cadeiras como galinhas no choco, e às mães-viúvas prontas a recebê-lo (…) e a tomá-lo por genro (…).
Invejei-lhe o sucesso. Invejei-lhe o pasmo do bombeiro de serviço. Invejei-lhe a poupa, a camisa, a pulseira, o anel, os mocassins, o à-vontade e o desdém. Invejei os cartazes que o mostravam de tronco nu (…).
Foram-me necessários muitos e trabalhosos anos para o esquecer. E julgava-me liberto de sentimentos mesquinhos quando, há meses, o ouvi na televisão desafiar qualquer homem para um concurso de dez modalidades (…).
Revi os Bombeiros Voluntários Lisbonenses, e imensa, azeda, destruidora, a inveja voltou. (…)
Amanhã de manhã, começo a fazer quatro horas por dia de musculação. Talvez seja tarde, mas, pelo menos, à Brandoa hei-de chegar.”

ANTUNES, António Lobo, Crónicas
António Lobo Antunes (Lisboa, 1/9/1942)
Romancista e cronista, médico especializado em Psiquiatria