terça-feira, 12 de dezembro de 2017

107º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses


                      Quartel Eduardo Macieira, rua Camilo Castelo Branco em Lisboa

Em 12 de dezembro de 1910, foi fundada a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses -107 anos ao serviço da cidade de Lisboa.


O Início...
   Após uma dissidência nos Bombeiros Voluntários de Lisboa, fundou-se em 12 de Dezembro de 1910, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Lisbonenses, tendo como seu primeiro presidente da Assembleia geral, Eduardo Ferreira Pinto Basto, Carlos Vasques Presidente da Direção e Eduardo Augusto Macieira seu primeiro comandante. 
   O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.
   A 4 de Janeiro de 1914 a sede foi transferida para a Av.Duque de Loulé nº111 mais tarde com auxílios de donativos, foi construído um edifício na rua Camilo Castelo Branco,nº33, para onde foi mudada a sede em 1920, onde hoje se encontram ainda.
   Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses foram pioneiros, em Portugal na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios – assim em 12 de Dezembro de 1910 entrou ao serviço a primeira “bomba automóvel”, um veículo da marca FERBECK., posteriormente os Lisbonenses compram em Paris um veículo da marca DELAHAYE, cujo custo na altura foi de 33.375$00 – foi o primeiro carro em Portugal, que continha um depósito de água (400 litros) (e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida  sistema adoptado pela primeira vez no país. Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros hora, aspirando com haste de 7 metros. O dos Lisbonenses, encontra-se no Museu Automóvel do Caramulo em óptimo estado de conservação.
António Pedro Macieira

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O Delahaye dos Bombeiros Voluntários de Cascais

1927 Bombeiros Voluntarios CASCAES

Posteriomente à aquisição do Delahaye dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, em 26 de Maio de 1927 os Bombeiros Voluntários de Cascais, inauguraram uma nova viatura pronto-socorro, Delahaye de 25 cavalos, com tanque para 500 litros de água e moto-bomba da mesma marca. Recebeu o nome de CASCAES, em homenagem e como agradecimento aos habitantes daquela Vila, que espontânea e generosamente tinham contribuido para a sua aquisição.

*Fonte:"AHBVCascais 125 anos ao serviço da População" de Manuel Eugénio Fernando da Silva 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O Quartel dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

O traço de Pedro Cabral, num desenho feito especialmente para este blogue, no ano do Centenário dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses. Quartel Eduardo Macieira, na rua Camilo Castelo Branco em Lisboa.
Pedro Cabral, autor do blogue "Bonecos de Bolso" e um participante activo nos "Urban Sketcher".



Post relacionado:
Os Quartel dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses
http://bvlisbonenses-pmacieira.blogspot.pt/2010/02/o-quartel.html

A inuguração do Quartel  em 1925
http://bvlisbonenses-pmacieira.blogspot.pt/2010/01/o-novo-quartel-da-ahb-voluntarios.html

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Dia triste para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses


Faleceu o Comandante do Quadro de Honra, França de Sousa, uma figura de relevo dos Bombeiros Portugueses e  dos órgãos Sociais  da Associação  Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses


Nas cerimónias do dia do Bombeiro Municipal de Almada,  em 2012,foi condecorado com a Medalha de Ouro de Bons Serviços, José Francisco do Rio França de Sousa, Comandante do QH, Vice-Presidente da direcção da Associação Reviver Mais – Associação dos Operacionais e Dirigentes dos Bombeiros Portugueses,  e antigo comandante dos Voluntários de Algés. e dos Voluntários Lisbonenses e actual Vice-Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses.



*Amanhã dia 12 o corpo vem para o salão nobre no dia 13 missa às 14h30 15h00 funeral para o cemitério dos prazeres jazigo de família

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Bombeiros Voluntários Portuenses em dificuldades financeiras

"Somam várias décadas as fortes ligações institucionais mantidas entre a Associação  Humanitária dos Bombeiros Voluntários Portuenses e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses, as quais ao longo dos anos se foram alargando e estabelecendo um apreciável clima de amizade entre as sucessivas gerações de responsáveis por ambas as organizações, extensível aos elementos dos respectivos corpos de bombeiros.
Curiosamente, nenhum aniversário, cerimónia ou manifestação fúnebre se realizou no Porto ou em Lisboa sem que estivesse representada uma das associações."
Livro do Centenário da AHBVL

 Dificuldades financeiras afectam  a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Portuenses -instituição criada há 93 anos.

A mesa constituída pelas entidades oficiais e representantes dos B.V. Portuenses e B.V. Lisbonenses em Janeiro de 2014, na cerimónia da tomada de posse do comandante dos B.V.Portuenses, Ângelo Correia, e comemorações do 25º Aniversário da geminação das corporações  portuenses e Lisbonenses.

De  uma notícia do Correio da Manhã:

A Associação Humanitária dos Voluntários Portuenses está a passar "por graves dificuldades financeiras" devido "ao passivo e a créditos herdados de anteriores direções" e, sem ajuda, "corre o risco de fechar", revelou hoje a presidente daquela entidade. "Em última análise, pode estar em causa o fim da associação", disse à Lusa Maria João Martinho, que assumiu a direção em maio, alertando para "um problema muito sério", porque "o passivo herdado é bastante elevado" e, mensalmente, a associação "criada há 93 anos" não tem "dinheiro para fazer face a despesas fixas e aos créditos assumidos por anteriores direções". 
O Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP) denunciou hoje que os bombeiros profissionais dos 'Portuenses' têm ordenados em atraso desde junho, referindo estar em causa "a subsistência de 25 funcionários, entre bombeiros e administrativos", mas Maria João Martinho assegura que a associação apenas tem "bombeiros voluntários".

"Efectivamente, temos salários em atraso, mas não dizem respeito a bombeiros. A Associação não tem bombeiros profissionais nos seus assalariados. Tem administrativos, técnicos ou motoristas, mas os bombeiros são voluntários", descreveu a presidente da Associação. Maria João Martinho refere ainda que os salários em atraso dizem respeito a "julho e agosto", até porque o salário de Setembro, referido pelo SNBP, "nem sequer é ainda devido". A preocupação da responsável é "como conseguir fazer face às dívidas acumuladas", já que as receitas são insuficientes para resolver "um problema muito sério". 

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/dificuldades-financeiras-deixam-bombeiros-voluntarios-portuenses-em-risco

A cerimónia solene, comemorativa da geminação dos B.V.Portuenses e B.V.Lisbonenses e da tomada de posse do novo Comandantes dos B.V. Portuenses, decorreu em Janeiro de 2014, nas instalações do antigo quartel dos B.V. Portuenses-Quartel  Cmdt Rodolfo d'Araujo, futuro museu da Associação.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Os Bombeiros V. Lisbonenses presentes no incêndio de Vila de Rei

Cerca de 40% do território de Vila de Rei, no distrito de Castelo Branco, foi consumido pelas chamas em apenas seis horas, disse à Lusa o presidente da autarquia sobre o incêndio que deflagrou domingo à noite.
Em apenas seis horas, entre 35 a 40% do nosso território foi consumido pelas chamas", contabilizou Ricardo Aires.
O incêndio surgiu na sequência de uma projeção de fogo proveniente do concelho vizinho de Ferreira do Zêzere, no distrito de Santarém, que ao início da tarde mantinha uma frente activa, mas "em vias" de resolução.
Fonte TVI

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Bombeiros do Concelho de Sintra nas frentes dos incêndios que assolam o País

A presença de Corporações de Bombeiros Voluntários do Concelho de Sintra nos grandes incêndios de Abrantes e  Cantanhede.

B.V.Almoçageme

B.V.Algueirão Mem-Martins

B.V. Agualva-Cacém ao lado da viatura dos B.V. de Odivelas
*Fotos/SIC

«Foi o maior fogo deste Verão», dizia, ontem à noite ao Diário de Coimbra Emílio Torrão, autarca de Montemor, depois de, cerca das 20h30, o incêndio ter sido dominado. Já mais tranquilo, depois de uma tarde vivida a “ferro e fogo”, o autarca refere a perigosa propagação das chamas, que rondaram um conjunto de habitações e empresas, no perímetro compreendido entre Póvoa de Santa Cristina, Meãs e Tentúgal. Uma situação que «exigiu um combate certeiro e milimétrico», diz, elogiando o trabalho efectuado pelos bombeiros, protecção civil e meios aéreos, que evitou que o pior acontecesse. »

http://www.diariocoimbra.pt/noticia/22686