quinta-feira, 17 de maio de 2018

Reflexos

Quartel Eduardo Macieira -rua Camilo Castelo Branco

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Bombeiros de Nova York

Pelo seu interesse, publicamos imagens de hoje mesmo, em exclusivo, com os bombeiros de Nova York no Ground Zero.


Viaturas dos Bombeiros de Nova York, estacionadas durante esta tarde.

No Ground Zero em período de descanso
Ground Zero Memorial, local trágico do 11 de Setembro de 2001

Créditos:
Fotos de Erica Macieira em Nova York

terça-feira, 27 de março de 2018

Assembleia Geral e Eleição de novos Corpos Gerentes


Decorreu ontem no Quartel Eduardo Macieira, a Assembleia Geral para aprovação do Relatório e Contas de 2017, Relatório do Conselho Fiscal e Relatório de actividades - também se procedeu a Assembleia Eleitoral para o triénio, 2018 a 2020.

Tendo a Assembleia aprovado os relatórios  em questão e eleito os novos Orgãos Sociais da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses.



sábado, 17 de fevereiro de 2018

Governo só tem garantidas dez das 50 aeronaves para combater fogos

Heli Kamov

"A menos de três meses do início da fase crítica de incêndios, o Governo está com grandes dificuldades para conseguir fechar o concurso internacional que lançou para o aluguer de 50 meios de combate a incêndios, entre helicópteros e aviões, para três anos. O júri excluiu quase todas as propostas que se apresentaram a concurso, admitindo apenas a de uma empresa, a Helibravo, para o aluguer de dez helicópteros ligeiros, de acordo com o relatório preliminar ao qual o PÚBLICO teve acesso.
O concurso foi lançado no final do ano passado e é mais um imbróglio para o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, resolver. No final das contas, dos 50 meios que queria alugar para os próximos três anos por um total de 60 milhões de euros, apenas poderá avançar para a adjudicação de dez helicópteros ligeiros à Helibravo pelo valor de 10,715 milhões de euros. E mesmo relativamente à contratação destes meios, poderão surgir alguns obstáculos que podem vir a impedir o seu aluguer em tempo útil.(...) "
No jornal Público de 17/02/2018/Liliana Valente

domingo, 14 de janeiro de 2018

Auto-Pronto de nevoeiro nº1 dos B.V. Lisbonenses

Auto-Pronto de nevoeiro nº1 Ford FC-23-61, de 1957 dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses,(viatura totalmente reconstruída. após grave acidente ocorrido em 1983 .Foi vendido aos Bombeiros Voluntários de Alcobaça.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Comemorações do 107º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

No dia 16 de Dezembro, último, realizou-se a segunda fase das comemorações  do 107º aniversário da A.H.B.V.Lisbonenses.
Após o hastear das bandeiras, seguiu-se a romagem ao Cemitério dos Prazeres , ao  Mausoléu do Regimento dos Sapadores Bombeiros, e também uma homenagem junto ao jazigo do Comandante França de Sousa recentemente  falecido. 



*A 23 de Junho de 1913 a "Ilustração Portuguesa"  nº383, reporta a a cerimónia de transladação de Eduardo Augusto Macieira, 1º comandante e fundador dos BVLisbonenses, para o jazigo de familia no Cemitério dos Prazeres.Aqui

Após as romagens, ao Cemitério dos Prazeres e do Alto S.João, ao Talhão dos Bombeiros Voluntários da Cidade de Lisboa - seguiu-se uma Sessão Solene e Porto nde Honra no Quartel Eduardo Macieira.
*Fotos em 16/12/2017

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

107º Aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses


                      Quartel Eduardo Macieira, rua Camilo Castelo Branco em Lisboa

Em 12 de dezembro de 1910, foi fundada a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Lisbonenses -107 anos ao serviço da cidade de Lisboa.


O Início...
   Após uma dissidência nos Bombeiros Voluntários de Lisboa, fundou-se em 12 de Dezembro de 1910, a Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Lisbonenses, tendo como seu primeiro presidente da Assembleia geral, Eduardo Ferreira Pinto Basto, Carlos Vasques Presidente da Direção e Eduardo Augusto Macieira seu primeiro comandante. 
   O primeiro quartel da nova associação foi instalado na rua das Flores, nº95, uma casa em que antes, haviam estado os Bombeiros Voluntários de Lisboa. O corpo activo dos Lisbonenses era constituído por 39 voluntários que dispunham apenas de um carrinho de mangueiras e uma bomba de caldeira, ambos manuais.Após o falecimento precoce de Eduardo Augusto Macieira, a associação teve um novo impulso pela mão de Guilherme Saraiva Maia, que lhe sucedeu no comando.
   A 4 de Janeiro de 1914 a sede foi transferida para a Av.Duque de Loulé nº111 mais tarde com auxílios de donativos, foi construído um edifício na rua Camilo Castelo Branco,nº33, para onde foi mudada a sede em 1920, onde hoje se encontram ainda.
   Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses foram pioneiros, em Portugal na utilização do meio automóvel no serviço de incêndios – assim em 12 de Dezembro de 1910 entrou ao serviço a primeira “bomba automóvel”, um veículo da marca FERBECK., posteriormente os Lisbonenses compram em Paris um veículo da marca DELAHAYE, cujo custo na altura foi de 33.375$00 – foi o primeiro carro em Portugal, que continha um depósito de água (400 litros) (e era provido de 40 metros de mangueira de borracha rígida  sistema adoptado pela primeira vez no país. Trabalhava com 2 ou 4 agulhetas e tinha o débito normal de 60.000 litros hora, aspirando com haste de 7 metros. O dos Lisbonenses, encontra-se no Museu Automóvel do Caramulo em óptimo estado de conservação.
António Pedro Macieira